O que tenho eu de diferente de outros psiquiatras?

Sou um médico jovem , com 31 anos, mas experiente, e encaro o meu papel como psiquiatra, não apenas como alguém que diagnostica, prescreve e encaminha o doente, mas sobretudo, como um aliado do doente, que tal como eu, é uma pessoa, cujas características pessoais devem ser entendidas e respeitadas. Uma pessoa que, com as suas dificuldades ou capacidades, irá enfrentar a sua doença, compreende-la e por fim, aprender a viver com ela ou mesmo supera-la.

Sou um médico jovem , com 31 anos, mas experiente, e encaro o meu papel como psiquiatra, não apenas como alguém que diagnostica, prescreve e encaminha o doente, mas sobretudo, como um aliado do doente, que tal como eu, é uma pessoa, cujas características pessoais devem ser entendidas e respeitadas. Uma pessoa que, com as suas dificuldades ou capacidades, irá enfrentar a sua doença, compreende-la e por fim, aprender a viver com ela ou mesmo supera-la.

A minha abordagem é inovadora, na medida em que, eu trabalho numa perspectiva de recovery e empowerment, o que se traduz, em ajudar o doente a descobrir e potenciar as suas capacidade pessoais que lhe permitirão vencer as dificuldades, ajuda-lo a procurar um sentido para o que se passa consigo, e por fim ajuda-lo a conquistar a tão necessária saúde e felicidade.

Não faz qualquer sentido para mim, a visão do médico sábio que olha o doente de forma paternalista e como um ser diferente de si, mas sim como um médico que antes de mais é um ser humano e que conjugando as suas qualidades humanas e vivências pessoais, com os seus conhecimentos científicos, poderá compreender e ajudar o doente, de uma forma holistica, ou seja, não apenas a superar a sua doença, mas essencialmente a tornar-se mais resiliente, e integrar na sua identidade pessoal, os episódios de doença, as dificuldades e sintomas que sente, assim como, os traumas ou vivências difíceis que lhes podem estar subjacente. 

Estes se por um lado a doença e as suas vivências difíceis, fazem parte da vida do doente, por outro, não são certamente tudo o que o define como pessoa, e muito menos o que verdadeiramente importa no todo que é cada indivíduo, cujas particularidades, especificades, individualidade, pretendo conhecer e respeitar.

Com a minha intervenção, pretendo portanto, ajudar o doente a desenvolver a sua resiliência, ou seja a ficar mais forte, de forma a prevenir novos episódios de doença ou mesmo a prevenir o surgimento de complicações da sua doença. Pretendo, ajudar a pessoa a diminuir o impacto da doença na sua família, na relação com os outros, nos seus estudos ou actividade laboral. Ou seja pretendo ajudar o doente a diminuir o impacto negativo da doença na sua vida.

Psicoterapia é uma modalidade de tratamento, a qual pode ser realizada por Psicólogos ou por Médicos Psiquiatras que tenham tal formação. É realizada em sessões e possui uma periodicidade (semanal/quinzenal/mensal). Em alguns casos, pode substituir ou se aliar a um tratamento farmacológico, o qual deverá ser determinado através da consulta psiquiátrica.

O tratamento farmacológico por seu lado, pode potencial ou facilitar a resposta do doente a uma psicoterapia.

Tenho formação em psicoterapia interpessoal, mas sempre que outras abordagens se mostrem necessárias (por exemplo, terapia familiar, analítica, cognitivo-comportamental ou emocional), irei encaminhar o doente para os técnicos mais habilitados.

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