Os raios X têm a propriedade de atravessar os tecidos orgânicos com uma intensidade inversamente proporcional à densidade destes, ou seja, os tecidos mais densos, como os ossos, absorvem-nos numa maior proporção, enquanto que os menos densos, como os pulmões, por estarem cheios de ar, deixam-nos passar sem praticamente alterar a sua intensidade.
Os raios X têm a propriedade de atravessar os tecidos orgânicos com uma intensidade inversamente proporcional à densidade destes, ou seja, os tecidos mais densos, como os ossos, absorvem-nos numa maior proporção, enquanto que os menos densos, como os pulmões, por estarem cheios de ar, deixam-nos passar sem praticamente alterar a sua intensidade.
Como as placas radiográficas são sensíveis aos raios X, as imagens formadas dependem da intensidade dos raios X que incidem sobre a sua superfície após atravessar o corpo, ou seja, as imagens radiográficas que correspondem a tecidos mais densos, como os ossos, apresentam uma tonalidade mais clara, enquanto que as que correspondem a tecidos menos densos, como os pulmões, são mais escuras.
É por isso que as radiografias do tórax são muito úteis no diagnóstico das doenças em que se produz uma alteração na densidade dos pulmões.
De modo a realizar uma radiografia simples do tórax, o paciente deve-se colocar entre a fonte de raios X e a placa radiográfica, inspirando profundamente nos instantes prévios ao disparo para que os pulmões apresentem o máximo de ar possível no seu interior - dessa forma, a imagem radiográfica dos pulmões apresentará um maior contraste e uma maior nitidez. Normalmente, as radiografias ao tórax são efectuadas de frente e de perfil, o que facilita a identificação dos tecidos e a localização de eventuais lesões
Para saber mais consulte o seu Pneumologista ou o seu Radiologista